é uma sensação estranha que vai chegando e tomando conta de mim.. não sei como começa!
gasta e desgasta-me e hoje sei que é dia disso.
na relação com os outros sei que muitas vezes sou a cara jovem e bem disposta que traz a alegria para eles. e quando a cara jovem está cansada, não consigo dar tudo quanto preciso e desejo.*
ALMA do Lat. anima s. f., parte incorpórea, imaterial do ser humano; conjunto das faculdades intelectuais e morais do homem; espírito. PELE do Lat. pelle s. f., tegumento externo que reveste o corpo humano e o de muitos animais, constituída, no homem, por duas camadas distintas, a epiderme e a derme. in texto editores
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
cozinho para o Povo
há sonhos que por serem sonhos nunca serão realidade. trago em mim um sonho, uma vontade adormecida, que de quando em vez desperta. já pensei em tantas formas e feitios. podia chamar-se: cozinho para o Povo, à entrada podia ter um quadro de ardósia como este..
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
gostava de ter todas as respostas às minhas questões mais profundas.
gostava de ter sempre uma resposta rápida, certa e inteligente a todos os mil e um desafios, barreiras e obstáculos que aparecem.
gostava de saber encarar de cara todos os "touros" que me aparecem pela frente.
estimo o meu lado sensível.
estimo saber que cada vez gosto mais daquele abraço, que sem querer teimava em achar que não precisava dele. gosto daquele beijo dado sem esperar, gosto sempre e mais daquele mimo.
gostava de ter sempre uma resposta rápida, certa e inteligente a todos os mil e um desafios, barreiras e obstáculos que aparecem.
gostava de saber encarar de cara todos os "touros" que me aparecem pela frente.
estimo o meu lado sensível.
estimo saber que cada vez gosto mais daquele abraço, que sem querer teimava em achar que não precisava dele. gosto daquele beijo dado sem esperar, gosto sempre e mais daquele mimo.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
estou fã da série.. a raparida..Dra. Reed era advogada e agora é mediadora, resolve todas as situações com uma agilidade assustadora porque é real e possível. a série é light, quando pensada a nossa vida.. trata-se também duma mera mediação de conflitos, interesses, vontades, desejos, basta apenas procurar a solução. nem sempre é o que queremos, mesmo até o que sonhamos. a vida é este desafio constante com sabor ora doce, ora amargo, às vezes até consegue ser agridoce, mais lágrima menos lágrima, mais gargalhada, menos gargalhada.
a vida só é vida quando a encaramos de caras e a queremos pegar!!
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
há sítios muito especiais.. e mesmo que eu teime com a minha teoria que estou velha e bla bla bla.. acabo por perceber que o meu lugar pode e deve continuar a ser ali.
no caminho que fazemos com e para Deus não há coincidências.. não há mesmo.
vale a pena pensar nisto:
Um amigo é uma testemunha
Há um provérbio que diz: “Viver sem amigos é morrer sem testemunhas”. Os amigos trazem à nossa vida uma espécie de atestação. Os amigos testemunham que somos, que fizemos, que amamos. E fazem-no não com a superficialidade que na maior parte das vezes é a das convenções, mas com a forma comprometida de quem acompanha.
Não é por acaso que, de cada discípulo, Jesus espera que se tornem testemunhas: “Sereis minhas testemunhas” (Act 1,8). Os discípulos podem ser investidos como testemunhas, porque viveram e vivem uma história de amizade de que se tornam portadores. “‘Mestre, onde moras?’ Ele respondeu-lhes: ‘Vinde e vereis.’ Foram, pois, e viram onde morava e ficaram com Ele.” (Jo 1, 38-39) “Ficar com”, “permanecer”, “caminhar ao lado” são sinónimos da palavra amizade. E são expressões axiais da vida cristã, quer se trate da vida monástica, quer seja uma existência no meio do mundo.
A amizade não se alimenta de encontros episódicos ou de feitos extraordinários. A amizade é um contínuo. Tem sabor a vida quotidiana, a espaços domésticos, a pão repartido, a horas vulgares, a intimidade, a conversas lentas, a tempo gasto com detalhes, a risos e a lágrimas, a exposição confiada. A amizade tem sabor a hospitalidade e a tempo investido na escuta. A amizade enche a casa de perfume (Jo 12,3). A experiência da Fé não é outra coisa.
É pertinente anotar que, na Igreja apostólica, a legitimidade para anunciar se liga diretamente à condição de testemunha (e nesse sentido também de amigo). São fundamentais as palavras que constituem o preâmbulo da Primeira Carta de João: “O que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplámos e as nossas mãos tocaram relativamente ao Verbo da Vida, - de facto, a Vida manifestou-se; nós vimo-la, dela damos testemunho e anunciamo-vos a Vida eterna que estava junto do Pai e que se manifestou a nós - o que nós vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós estejais em comunhão connosco.” (1 Jo 1, 1-3).
Cada cristão é chamado a ser um amigo incondicional de Jesus. É esse o ensinamento, simples e estremecedor, de Christophe Lebreton e dos seus companheiros.
para os mais curiosos que queiram continuar a ler:
http://www.snpcultura.org/christophe_lebreton_um_testemunho_precioso.html
no caminho que fazemos com e para Deus não há coincidências.. não há mesmo.
vale a pena pensar nisto:
Um amigo é uma testemunha
Há um provérbio que diz: “Viver sem amigos é morrer sem testemunhas”. Os amigos trazem à nossa vida uma espécie de atestação. Os amigos testemunham que somos, que fizemos, que amamos. E fazem-no não com a superficialidade que na maior parte das vezes é a das convenções, mas com a forma comprometida de quem acompanha.
Não é por acaso que, de cada discípulo, Jesus espera que se tornem testemunhas: “Sereis minhas testemunhas” (Act 1,8). Os discípulos podem ser investidos como testemunhas, porque viveram e vivem uma história de amizade de que se tornam portadores. “‘Mestre, onde moras?’ Ele respondeu-lhes: ‘Vinde e vereis.’ Foram, pois, e viram onde morava e ficaram com Ele.” (Jo 1, 38-39) “Ficar com”, “permanecer”, “caminhar ao lado” são sinónimos da palavra amizade. E são expressões axiais da vida cristã, quer se trate da vida monástica, quer seja uma existência no meio do mundo.
A amizade não se alimenta de encontros episódicos ou de feitos extraordinários. A amizade é um contínuo. Tem sabor a vida quotidiana, a espaços domésticos, a pão repartido, a horas vulgares, a intimidade, a conversas lentas, a tempo gasto com detalhes, a risos e a lágrimas, a exposição confiada. A amizade tem sabor a hospitalidade e a tempo investido na escuta. A amizade enche a casa de perfume (Jo 12,3). A experiência da Fé não é outra coisa.
É pertinente anotar que, na Igreja apostólica, a legitimidade para anunciar se liga diretamente à condição de testemunha (e nesse sentido também de amigo). São fundamentais as palavras que constituem o preâmbulo da Primeira Carta de João: “O que existia desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplámos e as nossas mãos tocaram relativamente ao Verbo da Vida, - de facto, a Vida manifestou-se; nós vimo-la, dela damos testemunho e anunciamo-vos a Vida eterna que estava junto do Pai e que se manifestou a nós - o que nós vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós estejais em comunhão connosco.” (1 Jo 1, 1-3).
Cada cristão é chamado a ser um amigo incondicional de Jesus. É esse o ensinamento, simples e estremecedor, de Christophe Lebreton e dos seus companheiros.
para os mais curiosos que queiram continuar a ler:
http://www.snpcultura.org/christophe_lebreton_um_testemunho_precioso.html
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
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