ALMA do Lat. anima s. f., parte incorpórea, imaterial do ser humano; conjunto das faculdades intelectuais e morais do homem; espírito. PELE do Lat. pelle s. f., tegumento externo que reveste o corpo humano e o de muitos animais, constituída, no homem, por duas camadas distintas, a epiderme e a derme. in texto editores
terça-feira, 31 de julho de 2012
gosto da aldeia.. gosto da oportunidade que nos dá de tanta coisa... de nos conhecermos, de sentir a nossa falta, de terem uma palavra amiga.. mas continuo a não perceber qual a necessidade de cada um se colocar na vida do outro. às vezes gera com cada novelo enrolado.. grrrrr
enfim.. berbicachos que qualquer AS está pronta a desenrolar!
enfim.. berbicachos que qualquer AS está pronta a desenrolar!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
eu tinha 20 e poucos
ela tinha 60 e tal
eu tinha o sonho de menina
e ela vivia a realidade de mulher adulta
voltámos a reencontrarmo-nos.
hoje sou eu quem vive a realidade da vida adulta
e hoje é ela que é tratada como uma menina.
esse alzheimer que anda aí chegou sem pedir licença e veio para ficar, querendo fazer ali morada naquele n.º 23, daquela rua, naquela aldeia que conheço como se da minha aldeia se tratasse.
ela tinha 60 e tal
eu tinha o sonho de menina
e ela vivia a realidade de mulher adulta
voltámos a reencontrarmo-nos.
hoje sou eu quem vive a realidade da vida adulta
e hoje é ela que é tratada como uma menina.
esse alzheimer que anda aí chegou sem pedir licença e veio para ficar, querendo fazer ali morada naquele n.º 23, daquela rua, naquela aldeia que conheço como se da minha aldeia se tratasse.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
há uma linha muito ténue.. dou por mim a utilizar imensas vezes esta expressão.
desta vez o tema é distinto.. não gosto de saídas e de entradas bruscas na minha vida, não gosto de exposição, não de jogo de interesses, ...
aprendi a exigir a presença do outro, daquele que se quis fazer presente e depois abandonou o barco a meio da viagem.. será justo, será correcto fazê-lo?
desta vez o tema é distinto.. não gosto de saídas e de entradas bruscas na minha vida, não gosto de exposição, não de jogo de interesses, ...
aprendi a exigir a presença do outro, daquele que se quis fazer presente e depois abandonou o barco a meio da viagem.. será justo, será correcto fazê-lo?
quinta-feira, 12 de julho de 2012

a vida tem a cor com que a quisermos pintar.
sou demasiado escura.. apesar de nome ser clara.. tiro as cores, a graça e de forma só conheço o redondo ou o quadrado.
fecho-me em vez de ir ao encontro, guardo-me em vez de procurar.
esqueço-me da palavra amiga e do gesto sentido...
tenho andando quieta nos sítios que frequento e inquieta demais por dentro, esquecendo que Deus me toca, pelo gesto terno da E., pla presença amiga da C., da dureza do B. que reclama a minha presença constante na sua vida, pela mãe e pelo pai, pela alegria da minha sobrinha que me inunda e me convida a ser novamente criança, mas desta vez resolvida... e por tantos outros e outras.
percebi quando cheguei bem ao fundo de mim, que tenho um limite.. só consigo aguentar até ali.. e com a ânsia de dar, esqueci-me de me dar a mim mesma. cobrando mundos e fundos a mim, descuidei-me. esqueci-me que sou a tal fénix renascida... e o que está morto, morreu..
terça-feira, 10 de julho de 2012
dói-me a distância, que teimosamente vou permitindo que se instala como norma.
gosto demais dos mimos e da atenção. gosto demais dos beijos. gosto demais quando o pai e a mãe reclamam pelo segundo beijo.
não gosto das perguntas da mãe, mas quando não as faz sinto a falta delas.
gosto de ser tão parecida com o pai, ao ponto de só estarmos bem só a peganhar um com o outro, como se dois miúdos se trata-se.
demorei a perceber que gosto de ser a menina dos seus olhos.
demorei a perceber que a minha mãe sempre quis que eu soubesse utilizar a sua estimada máquina de costura.
demoro a crescer e a ser o melhor de mim para os outros.
gasto-me e agasto-me..
quero apenas ser eu.. esta menina mulher delicada.
ps. estou zangada contigo Santo António, ou olhas para mim ou vou comprar uma imagem tua, coloco-te de rosto virado para a parede até que te lembres que estou aqui... ouviste-me?!? toma atenção! e não me pregues mais partidas..
gosto demais dos mimos e da atenção. gosto demais dos beijos. gosto demais quando o pai e a mãe reclamam pelo segundo beijo.
não gosto das perguntas da mãe, mas quando não as faz sinto a falta delas.
gosto de ser tão parecida com o pai, ao ponto de só estarmos bem só a peganhar um com o outro, como se dois miúdos se trata-se.
demorei a perceber que gosto de ser a menina dos seus olhos.
demorei a perceber que a minha mãe sempre quis que eu soubesse utilizar a sua estimada máquina de costura.
demoro a crescer e a ser o melhor de mim para os outros.
gasto-me e agasto-me..
quero apenas ser eu.. esta menina mulher delicada.
ps. estou zangada contigo Santo António, ou olhas para mim ou vou comprar uma imagem tua, coloco-te de rosto virado para a parede até que te lembres que estou aqui... ouviste-me?!? toma atenção! e não me pregues mais partidas..
sexta-feira, 6 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
é bom demais fazer uma pausa.
arrumar a casa.
arrumar a cabeça.
arrumar as relações. há algumas que estão condenadas ao fracasso, essas convém nem lhes tocar, são tão frágeis que se partem. outras porém sólidas porque assentes em bons pilares, essas sim valem a pena tocar nas feridas e melhorá-las. [B. percebi a dica, prometo ser mais presente.]
arrumar a casa.
arrumar a cabeça.
arrumar as relações. há algumas que estão condenadas ao fracasso, essas convém nem lhes tocar, são tão frágeis que se partem. outras porém sólidas porque assentes em bons pilares, essas sim valem a pena tocar nas feridas e melhorá-las. [B. percebi a dica, prometo ser mais presente.]
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