sexta-feira, 10 de agosto de 2012

há coisas que aleijam muito e outros que alegram a duplicar.

não gosto de "não's", não gosto de sempre ser "não".

gosto de convites inesperados e de me surpreender com coisas que julgava impossível.

Obrigada Meu Deus plo milagre da vida e desculpa sempre que eu sou tonta, pequena e me sinto num circo de feras.
A tradução está um pouco aquém, fica a intenção.. no outro dia cruzei-me num espaço público com este poema e confesso que me animou!

Bem-aventurados os que compreendem
meu passos vacilantes e mão trêmula.

Bem-aventurados são eles, que sei que meus ouvidos hoje
deve se esforçar para pegar as coisas que eles dizem.

Abençoados são aqueles que parecem saber
meus olhos estão turvas e os meus pensamentos são lentos

Bem-aventurados os que desviou o olhar
quando o café foi derramado no jantar de hoje.

Bem-aventurados os que, com sorriso alegre
parar e conversar um pouco.

 Abençoados são aqueles que nunca dizem
 "Você disse que a história duas vezes hoje".

Abençoados são aqueles que conhecem os caminhos
para trazer de volta memórias de ontem.

Bem-aventurados os que torná-lo conhecido
 Eu sou amado, respeitado e não só.

Bem-aventurados os que facilidade os dias
da minha viagem de volta de maneira amorosa.

      Esther Maria Walker .

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

hoje foi o dia..
abri a caixa de email e escrevi..

há tanto tempo que não dizia o teu nome tantas vezes.. Lena.. Lena... Lena não dês barraca! (nem que seja por esta tonta expressão..)
tive umas saudades imensas, gigantescas.


há um bem maior que norteia a minha vida, que me convida a ser mais e melhor.
que me convida a conhece-Lo e a ama-Lo verdadeira e puramente.

quando abrimos o coração e deixamos que Deus entre e faça morada tudo faz sentido.

fecho os olhos e parece que nos oiço a nós a cantar o hino das vésperas..

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

acabar com eles é o mote!
a morte
sempre a morte..

ela espreita, ela aparece, ela desinstala, ela leva, ela..

ela existe e muitos teimosamente não querem nem ouvir falar dela.
outros sabendo até demais que ela existe e mais dia, menos chegará. chamam-na, como se ela precisa-se ser chamada, ela vem e pronto. eles chamam-na, e receiam que verdadeiramente ela chegue.

remato com a certeza que:
creio na ressurreição depois da morte
o resto é cuidar do interior e do exterior. se ela vier que venha, cá estaremos para a acolher e acompanhar até ao último minuto aqueles que se tornaram nossos.