quinta-feira, 24 de março de 2011

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enviaram-me este vídeo e resolvi partilhar.. porque no fundo é isto mesmo!

ps. obrigada pela tua paciência matinal, J.!

segunda-feira, 21 de março de 2011

bom.. bom dia!
gosto do teu bom dia... logo para começar o dia.
podia ser diferente... mas já não era mesma coisa.

segunda-feira, 14 de março de 2011

"A minha vida arrastava-a como um fardo que homens desmotivados passam de uns para outros porque, se trata de um fardo muito pesado e não sabem o que fazer-lhe.

(...)

quem me libertará das minhas torturas?

(...)

não é cismando que poderás encontrar o teu caminho. sai de casa! se permaneceres no porto não conhecerás nada do mai infinito.

(...)

decidi-me a ir..."


in quoist, michel, (1986) Falai-me de amor, ediçoes paulistas

segunda-feira, 7 de março de 2011

Mariza-Feira de Castro



o medo
sempre o medo
e mais o medo
pr'alem do medo
o medo...

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medo (ê)
(latim metus, -us)

s. m.
1. Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginários. = fobia, pavor, terror
2. Ausência de coragem (ex.: medo de atravessar a ponte). = receio, temor ≠ destemor, intrepidez
3. Preocupação com determinado facto ou com determinada possibilidade (ex.: tenho medo de me atrasar). = apreensão, receio
4. Pop. Alma do outro mundo. = fantasma

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

o beijo mata o desejo

MOTE

«Não te beijo e tenho ensejo
Para um beijo te roubar;
O beijo mata o desejo
E eu quero-te desejar.»

GLOSAS
Porque te amo de verdade,
'stou louco por dar-te um beijo,
Mas contra a tua vontade
Não te beijo e tenho ensejo.

Sabendo que deves ter
Milhões deles p'ra me dar,
Teria que enlouquecer
Para um beijo te roubar.

E como em teus lábios puros,
Guardas tudo quanto almejo,
Doutros desejos futuros
O beijo mata o desejo.

Roubando um, mil te daria;
O que não posso é jurar
Que não te aborreceria,
E eu quero-te desejar!

António Aleixo, in "Este Livro que Vos Deixo..."