ALMA do Lat. anima s. f., parte incorpórea, imaterial do ser humano; conjunto das faculdades intelectuais e morais do homem; espírito. PELE do Lat. pelle s. f., tegumento externo que reveste o corpo humano e o de muitos animais, constituída, no homem, por duas camadas distintas, a epiderme e a derme. in texto editores
terça-feira, 20 de outubro de 2009

teimamos em não te ver
teimamos em não te querer por perto
teimamos em não te saber descontruir e simultaneamente construir.
teimamos em não te querer por perto
teimamos em não te saber descontruir e simultaneamente construir.
chegas de mansinho.. uma vezes nem nos apercebemos que estás para chegar, outras chegas e avisas-nos que não tarda apareces. quando assim é, exiges que asseguremos as melhores condições até ao fim. o sofrimento e a dor, passam a ser teus companheiros e sinalizam a tua chegada. convidas-nos a revisitar a vida, hoje recordamos um aspecto, mais outro e outro ainda.
as pernas tremem-me sempre que o telemóvel toca... receio o aviso da tua chegada concreta e real. mas as pernas também me tremem e o coração parte-se sempre que vejo o sofrimento e a dor do I.
emociono-me..*
sábado, 17 de outubro de 2009
canção excêntrica* cecília meireles
Ando à procura de espaço
para o desenho da vida.
Em números me embaraço
e perco sempre a medida.
Se penso encontrar saída,
em vez de abrir um compasso,
protejo-me num abraço
e gero uma despedida.
Se volto sobre meu passo,
é distância perdida.
Meu coração, coisa de aço,
começa a achar um cansaço
esta procura de espaço
para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida
não me animo a um breve traço:
- saudosa do que não faço,
- do que faço, arrependida.
o grupo de jovens foi forte e intenso.
faz bem pensar nas coisas da vida.
faz bem ter consciência do hoje, não querer ficar presa ao passado e muito menos viver projectada num futuro incerto.
é hoje, é aqui, é agora.
entra no teu quarto... *
para o desenho da vida.
Em números me embaraço
e perco sempre a medida.
Se penso encontrar saída,
em vez de abrir um compasso,
protejo-me num abraço
e gero uma despedida.
Se volto sobre meu passo,
é distância perdida.
Meu coração, coisa de aço,
começa a achar um cansaço
esta procura de espaço
para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida
não me animo a um breve traço:
- saudosa do que não faço,
- do que faço, arrependida.
o grupo de jovens foi forte e intenso.
faz bem pensar nas coisas da vida.
faz bem ter consciência do hoje, não querer ficar presa ao passado e muito menos viver projectada num futuro incerto.
é hoje, é aqui, é agora.
entra no teu quarto... *
segunda-feira, 12 de outubro de 2009

um domingo diferente...
foi dia de eleições autárquicas, a aldeia acolheu-me como de costume, todos me perguntavam como estou. à boca das urnas estava uma das candidatas. foi minha colega de escola, é da minha idade. não se foi a vida que nos afastou, se foi as nossas ideias tão distintas que acabaram por fazer isso. recordo a nossa infância, as brincadeiras e algumas confidências trocadas. hoje em dia, sinto-me distante.
votei em consciência, querendo o melhor para a minha aldeia. agora os que ganharam que mostrem e zelem plos interesses do povo. a aldeia precisa de vida!*
terminei o domingo, com um jantar entre amigos a analisar fervorosamente os resultados das eleições...
[política só mesmo por militância cívica]
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009

o sol teima em não querer aparecer. o cinzento parece que chega tomando conta do pedaço. assim como os meus medos, as minhas fragilidades de súbito atacam-me.. parece que me aprisionam, parece que de repente perco as forças, parece que todo o trabalho empreendido até ao momento cai por terra... e é aí que no meio da minha fragilidade, recupero novamente e avanço com passos certos e pequenos. e dou-me conta que não passam de pequenos monstros que tenho que continuar a vencer. às vezes, é preciso ouvir: força avança... às vezes, parece que ouço uma voz baixinho que me diz isso mesmo. às vezes teimo em não querer ouvir a voz e permanecer presa aos medos. e depois como o dia vence a noite, assim parece que emerge em mim a vontade de não baixar os braços. é só acertar o meu passo ao Teu e tudo é tão mais fácil, mais forte, mais certo e mais seguro.
"Não permitirá que resvale o meu pé..."
tenho saudades de ouvir e cantar a plenos pulmões...
é isso mesmo "Não permitirá..." *
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