quarta-feira, 15 de abril de 2009


a minha basta-me!
sinto-me à altura de a carregar, mesmo que às vezes os olhos se turvem, os joelhos tremam.
vou descobrindo em mim mais competências, essa é que é a verdade.*

segunda-feira, 13 de abril de 2009

é bom ser-se colo
é bom receber colo
é bom precisar de colo
é importante ser-se ou estar-se presente?*

sábado, 11 de abril de 2009

quando me apercebi estava a pensar em lugares onde gostaria de estar.
tais como monsaraz (mesmo aqui ao lado), pensei também na amieira e em alqueva (porque a R. tava por lá), na zambujeira, no guincho, na esplanada do cascaisvillage com vista para a praia, no convento... assim uma espécie de lugares encantados...
depois acordei dessa espécie de sonho e senti-me verdadeiramente bem onde estava.*

quinta-feira, 9 de abril de 2009


só me ocorre uma palavra:
suspiro!
as razões são várias...
tenho o coração sereno.*

quinta-feira, 2 de abril de 2009

4 anos...


- ir a casa é... colo, aconchego, carinho e mimo. ir a casa é estar em casa!
ainda tive oportunidade de andar de bicicleta, como em tempos idos. fazia-o com a V., a T., a C.. apanhávamos amoras, nada era estranho para nós, cantos e recantos.
escrevi ainda a fita final de curso da C., txi! parece que foi ontem que ainda brincávamos com os nenucos... e hoje é jurista!
é engraçado ver o nosso crescimento. a vida adulta, a vida adulta!!
- a semana começou de forma diferente.. tá quase a acabar e nem me dei conta de ter passado. fiz tanta coisa. tive oportunidade de ver aprendizagens, de ouvir pessoas que estimo a falar, é engraçado perceber que o tempo passa por nós, que não controlamos tudo, que o cansaço pode ser nosso inimigo.
- é bom cair na cama e adormecer serena e tranquilamente.*

sábado, 28 de março de 2009


há coisas que nos acontecem, que não sabemos muito bem como começam, como chegam, simplesmente quando damos por elas upss já fazem parte da nossa vida. são importantes? são fundamentais? são imprescindíveis? (esta minha mania de questionar!!)


a vida é um desafio, um livro fechado (diria a minha avó materna), pronto para ser folheado dia-a-dia e descobrir, crescer, amadurecer, saborear, viver e entregar. aqui está o centro: ENTREGAR. é preciso mesmo entregar-me? é preciso mesmo dar-me?


txi, só me ocorrem questões, não que tenha dúvidas, nada disso.


tenho esta inquietude, de querer saber sempre para onde vou. não gosto do desconhecido. não que tenha receio, apenas gosto de saber com o que posso contar. andar ao acaso é perder tempo, é perder a vida.*