segunda-feira, 22 de dezembro de 2008


há dias, em que não sei explicar o sentimento que se apodera de mim... hoje preferia mil vezes, disfrutar do sol que está lá fora. hoje queria não estar aqui. hoje queria apenas a possibilidade de pensar um pouco em mim e não me permitir desgastar nestes mil afazeres.

hoje pegava em mim e ia por aí. apenas e tão somente comigo. e então falaria com Ele e perceberia o que me quer dizer, permitiria que me acalmasse, que me chamasse plo nome e sem mais sentir-me-ia segura no Seu regaço de Pai.*



***hoje é dia de reconciliação!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008


era escuro, mas eu não tive medo.
tava frio, mas não me deteve.
não te esperava e apareceste.
tocas-me e eu toco-te.*

domingo, 7 de dezembro de 2008

se*djavan

deixa vir do coração
penso?
só dizer sim ou não
se
insiste em zero a zero e eu quero um a um


a música é do djavan... mas faz-me pensar em coisas. :)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008


sexta-feira

+

constipação séria (supostamente devia ter ficado em casa, mas desacatei as ordens médicas e agora tou aqui à rasca no trabalho)

=

???
o resultado é?
pensar que o fim de semana permita recuperar, avizinha-se um fim de semana prolongado, mas não é para todos :P
vá que agora tenho dir trabalhar!*

terça-feira, 2 de dezembro de 2008


um café e um pacote de acúçar, que por norma nunca utilizo. no pacote de acuçar uma inscrição:

haverá algo mais verdadeiro do que ser pessoa entre a multidão?

tocou-me e mais uma vez reportou-me à minha vida. foi tipo um momento: vale a pena pensar nisto!*

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

roberto carlos* as baleias


Não é possivel que você suporte a barra
De olhar nos olhos do que morre em suas mãos
E ver no mar se debater o sofrimento
E até sentir-se um vencedor neste momento

Não é possivel que no fundo do seu peito
Seu coração não tenha lágrimas guardadas
Pra derramar sobre o vermelho derramado
No azul das águas que voce deixou manchadas

Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos
Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos
Dos programas vespertinos de televisão

O gosto amargo do silêncio em sua boca
Vai te levar de volta ao mar e à fúria louca
De uma cauda exposta aos ventos
Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão

Como é possível que voce tenha coragem
De não deixar nascer a vida que se faz
Em outra vida que sem ter lugar seguro
Te pede a chance de existência no futuro

Mudar seu rumo e procurar seus sentimentos
Vai te fazer um verdadeiro vencedor
Ainda é tempo de ouvir a voz dos ventos
Numa canção que fala muito mais de amor

Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos
Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos
Dos programas vespertinos de televisão

O gosto amargo do silêncio em sua boca
Vai te levar de volta ao mar e à furia louca
De uma cauda exposta aos ventos
Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão

Não é possivel que você suporte a barra

foi uma das primeiras músicas que ouvi hoje... faz-nos pensar.*