segunda-feira, 5 de maio de 2008

Ojalá, Señor, te llegue mi voz.
Aquí estoy.
Sin grandes palabras que decir.
Sin grandes obras que ofrecer.
Sin grandes gestos que hacer.
Solo aquí. Solo. Contigo.
Recibiré aquello
que quieras darme:
luz o sombra.
Canto o silencio.
Esperanza o frío.
Suerte o adversidad.
Alegría o zozobra.
Calma o tormenta.
Y lo recibiré sereno,
con un corazón sosegado,
porque sé que tú, mi Dios,
también eres un Dios pobre.
Un Dios a veces solo.
Un Dios que no exige,
sino que invita.
Que no fuerza,
sino que espera.
Que no obliga,
sino que ama.
Y lo mismo haré en mi mundo,
con mis gentes,
con mi vida:
aceptar lo que venga como un regalo.
Eliminar de mi diccionario la exigencia.
Subrayar el verbo “dar”.
Preguntar a menudo:
“¿Qué necesitas?”
“¿Qué puedo hacer por ti?”,
y decir pocas veces “quiero” o “dame”.
Y así sigo, Dios: Aquí, sin más, en soledad.
En silencio.
Contigo, mi Dios pobre.
José M. R. Olaizola
às vezes gostava de não ter ouvidos para não ouvir, olhos para não ver...
o que andamos a fazer?
interrogo-me.*

quinta-feira, 10 de abril de 2008


"Sinto, a cada instante, a fragilidade do meu barro. Mas dou-Te graças, meu Senhor, porque a Tua misericórdia não desiste e, repetidamente, se manifesta.Sei que hoje assim será, uma vez mais..."

João Aguiar, Oração da Manhã, RR

"O amor promove as pessoas."

quinta-feira, 3 de abril de 2008


gosto muito de mafalda veiga, penso ter todos os seus cd's. durante uma temporada ouvi sem parar a sua discografia e agora rendo-me novamente ao novo single. porque parece que a mafalda me ouve e fala por mim.*

quarta-feira, 2 de abril de 2008


hoje não terei medo...

disseram-me uma vez, que o Papa João Paulo II tinha esta frase escrita, na sua secretária, deste então não mais me deixou de acompanhar. podia ousar completar a frase:

...dos meus medos.

...de Te dizer sim.

passados três anos da sua morte, recordo hoje o seu testemunho de vida e tudo aquilo que nos ensinou. vale a pena pensar nisso... *