ALMA do Lat. anima s. f., parte incorpórea, imaterial do ser humano; conjunto das faculdades intelectuais e morais do homem; espírito. PELE do Lat. pelle s. f., tegumento externo que reveste o corpo humano e o de muitos animais, constituída, no homem, por duas camadas distintas, a epiderme e a derme. in texto editores
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
david fonseca*superstars
após este meu tempo de ausência, eis que regresso... não disse nada durante uns tempos... uns dias porque mergulhada no trabalho, outros dias porque sem inspiração.
faz precisamente um ano que resolvi criar este espaço, onde me resolvi partilhar alma e pele... e aqui foram ficando bocadinhos de mim, uns dias mais à superfície, outros dias mais cá de dentro.
confesso, que já nem me lembro bem o último dia que escrevi, nem o que escrevi. sei que houve dias que escrevi triste, dias que escrevi com o coração nas mãos, com o coração a pular, com o coração a transbordar.
não me apetece recuperar o último post, não me apetece voltar a folha do livro que é a minha vida. limito-me a escrever hoje uma nova folha, lerei a folha de ontem, outro dia, não hoje. hoje sinto-me bem, com força para encarar a vida de frente! e é assim que tenho vivido a minha vida nos últimos tempos!!!
escolhi esta música do david fonseca porque mesmo não sabendo assobiar, gosto do fazer, apesar da minha mãe dizer: vê lá o assobio não te caía! ou me digam que as meninas não assobiam! :p quando estou bem, acho que me dá para o assobio e sempre que oiço esta música, fico bem disposta, por isso aqui fica!*
segunda-feira, 9 de julho de 2007
os amigos são de facto a melhor maneira de Deus cuidar de nós...
ontem liguei o pc de propósito para ouvir esta música, nem necessitei fazer a pesquisa da música. uma das minhas amigas do coração tinha-a deixado para eu ouvir. obrigada N. pla tua doce presença.*
(disfrutem a música, adoro-a)
encosta-te a mim...
e mais n digo...
(disfrutem a música, adoro-a)
encosta-te a mim...
e mais n digo...
quinta-feira, 5 de julho de 2007
Encosta-te a mim*Jorge Palma
Encosta-te a mim
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
Encosta-te a mim,
nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim,
talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim,
dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou,
deixa-me chegar.
Chegado da guerra,
fiz tudo p´ra sobreviver em nome da terra,
no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem,
não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói,
não quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim,
desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi,
estou a partilhar contigo o que não vivi,
um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim
Jorge Palma
este Jorge sabe tanto...
domingo, 24 de junho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
segunda-feira, 11 de junho de 2007
o dia mais longo
João Pedro Pais/Mafalda Veiga
Hoje é o dia de todos os dias
Hoje é o dia mais longo das nossas vida s
Põe o teu corpo, bem junto do meu
Uma voz escondida disse eu, sou eu!
Cuida de mim, traz-me aconchego, tenho frio
Quero sair, leva-me p´ra um lugar, que nunca ninguém viu
Depois será tarde, p´ra sempre mais tarde
Ontem já não conta, já não está esquecido
Pedes-me o céu, respiro o teu ar
Desejas meu beijo, faz-me voar
Depois já cansados, parecemos ausentes
Dividimos sonhos, seremos diferentes
Na cidade fantasma libertamos correntes
Podemos morrer de pé e de frente..
porque gosto da voz dos dois.
porque já a ouvi vezes sem conta.
porque é minha companheira de viagem.
porque gosto em especial da parte que diz "traz-me aconchego", gosto tanto, pah!!!*
Hoje é o dia de todos os dias
Hoje é o dia mais longo das nossas vida s
Põe o teu corpo, bem junto do meu
Uma voz escondida disse eu, sou eu!
Cuida de mim, traz-me aconchego, tenho frio
Quero sair, leva-me p´ra um lugar, que nunca ninguém viu
Depois será tarde, p´ra sempre mais tarde
Ontem já não conta, já não está esquecido
Pedes-me o céu, respiro o teu ar
Desejas meu beijo, faz-me voar
Depois já cansados, parecemos ausentes
Dividimos sonhos, seremos diferentes
Na cidade fantasma libertamos correntes
Podemos morrer de pé e de frente..
porque gosto da voz dos dois.
porque já a ouvi vezes sem conta.
porque é minha companheira de viagem.
porque gosto em especial da parte que diz "traz-me aconchego", gosto tanto, pah!!!*
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