quinta-feira, 30 de novembro de 2006


tava ali em mais umas tarefas domésticas e lembrei-me, da primeira limpeza geral que fizemos na Duque D'Ávila e a promessa de me transformarem numa fada do lar!
a par desta lembrança, inevitavelmente lembrei-me da minha Avó que me dizia "quem não sabe fazer, também não sabe mandar!". durante algum tempo, pensei que usava esse argumento para me convencer a fazer as malditas tarefas domésticas, hoje do alto de alguns cabelos brancos que ostento, só posso corroborar com a sua afirmação!!
acho que esta afirmação, se pode estender a outros campos!*

"Crescer é olharmos por nós. Deixarmos de estar à espera de encontrar, em todas as pessoas a quem dizemos «bom dia!», quem olhe por nós. Afinal, crescemos sempre que, no lugar de quem olha por nós, surge quem olhe connosco. E, em vez de correr por nós, corra connosco. E não vivendo por nós, cresça connosco... É isso que separa imaginar que se voa de aprender a voar!"

Eduardo Sá

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

«Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?»

esta vai ser a pergunta, a que vamos ter que responder ,no dia 11 de Fevereiro. eu já sei a minha resposta:
Não!!!
*
nos últimos tempos, tenho-me limitado a "postar" letras de músicas... todas elas com significado. a Dedicação faz-me lembrar a G. a pedir à M. p ela cantar e a M. ri, ri, ri, só falta mesmo bater as palminhas (hábito que ela tem) e acabamos todos a rir. isto tudo acontece naqueles momentos que sabem a céu!*

Dedicação


Tu és o sol que há em mim
Tu és o amor que eu conheci
Rosa vermelha do meu jardim
Que vale viver a vida sem ti.
E não te esqueças nem um segundo
Que eu tenho amor maior do mundo
Coisas tão lindas para te dar
Sempre a cantar.
Deixa-me os teus olhos, agora que partes
E o calor da tua mão
Deixa-me ser só uma saudade, no teu coração.
E quando olhares, as águas do rio
Lembra-te de mim
És a andorinha de uma Primavera, que chegou ao fim.
Estudantina de Coimbra

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Tudo o que eu te dou


Eu não sei, que mais posso ser
um dia rei, outro dia sem comer
por vezes forte, coragem de leão
as vezes fraco assim é o coração
eu não sei, que mais te posso dar
um dia jóias noutro dia o luar
gritos de dor, gritos de prazer
que um homem também chora
quando assim tem de ser

Foram tantas as noites
sem dormir
tantos quartos de hotel
amar e partir
promessas perdidas
escritas no ar
e logo ali eu sei...

Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu te dou

Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena
fazes aqueles truques que, aprendes-te no cinema
mais, pego-te eu, já me sinto a viajar
para, recomeça, faz-me acreditar

Não dizes tu, e o teu olhar mentiu
enrolados pelo chão no abraço que se viu
é madrugada ou é alucinação
estrelas de mil cores ecstasy ou paixão
hum, esse odor, traz tanta saudade
mata-me de amor ou dá-me liberdade
deixa-me voar, cantar, adormecer

Pedro Abrunhosa


porque no outro dia cantaram esta música...

porque esta música me fez lembrar quando tivemos em Grândola... o quanto nos divertimos!!! *

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Pele


Fechaste as portas do teu Mundo
Na esperança de ele se encontrar...
Vais contando o tempo quase ao segundo
Parece não querer passar

Fazes de conta que está tudo bem
E andas ás voltas quando estás a sós
Gritos mudos que só tu entendes
E por fim Silêncio, que é a tua voz....!!

Não precisas de te esconder
Ninguém te vai encontrar
O que está escrito na tua pele..
Só tu não decifraste..

Quadro teu.. traço a pincel
A História da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele..
A tua pele.......és teu, a tua pele....só tu
Quem lá.... escreveu, com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu.... e perdeu..
Passou-lhe a pele por entre as mãos...

Quadro teu.. e traço a pincel
A História da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele..
A tua pele.......és teu, a tua pele....só tu
Quem lá...., quem lá escreveu, com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu.... e perdeu..
Passou-lhe a pele.... passou-lhe a pele, por entre as mãos.

Pólo Norte
obrigada L.*