ALMA do Lat. anima s. f., parte incorpórea, imaterial do ser humano; conjunto das faculdades intelectuais e morais do homem; espírito. PELE do Lat. pelle s. f., tegumento externo que reveste o corpo humano e o de muitos animais, constituída, no homem, por duas camadas distintas, a epiderme e a derme. in texto editores
terça-feira, 7 de novembro de 2006
Dr House

"O Dr. House é um médico que evita o contacto com os seus próprios pacientes. Apesar do seu comportamento antisocial, House é um médico excepcional cujo pensamento nada convencial e instinto sempre correcto fazem com que seja respeitado por todos. House é um especialista em doenças contagiosas e que conta com uma equipa de elite de jovens médicos, que o ajuda a resolver os casos mais complicados."
uma das minhas séries preferidas... a tvi deixou de passar... espero que comprem a terceira série. não comecei a ver desde o início e foi-me dado a conhecer, por uma amiga! poizé vamos partilhando com os outros aquilo q somos e gostamos...
a tvi começou agora a repetir a série desde o início, às segundas-feiras a altas horas, como qualquer boa série deve ser exibida. vou ver agora os episódios iniciais, pois só comecei a ver a meio da segunda série. *
Tempo para...

"Todas as coisas têm o seu tempo,
e tudo o que existe debaixo dos céus tem a sua hora.
Há tempo para nascer e tempo para morrer;
tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou;
tempo para matar e tempo para dar a vida;
tempo para destruir e tempo para edificar;
tempo para chorar e tempo para rir;
tempo para afligir e tempo para dançar;
tempo para espalhar pedras e tempo para as ajuntar;
tempo para dar abraços e tempo para se afastar deles;
tempo para adquirir e tempo para perder;
tempo para guardar e tempo para atirar fora;
tempo para rasgar e tempo para coser;
tempo para calar e tempo para falar;
tempo para amar e tempo para odiar;
tempo para a guerra e tempo para a paz!"
Ecle 3, 1-8
e tudo o que existe debaixo dos céus tem a sua hora.
Há tempo para nascer e tempo para morrer;
tempo para plantar e tempo para arrancar o que se plantou;
tempo para matar e tempo para dar a vida;
tempo para destruir e tempo para edificar;
tempo para chorar e tempo para rir;
tempo para afligir e tempo para dançar;
tempo para espalhar pedras e tempo para as ajuntar;
tempo para dar abraços e tempo para se afastar deles;
tempo para adquirir e tempo para perder;
tempo para guardar e tempo para atirar fora;
tempo para rasgar e tempo para coser;
tempo para calar e tempo para falar;
tempo para amar e tempo para odiar;
tempo para a guerra e tempo para a paz!"
Ecle 3, 1-8
nos últimos tempos pareço ter todo o tempo do mundo nas minhas mãos e ao meu alcance... que saibamos compreender os "nossos" tempos para aprender a vivê-los na sua plenitude. *
segunda-feira, 6 de novembro de 2006
domingo, 5 de novembro de 2006
sweet november
Intérpretes: Keanu Reeves, Charlize Theron, Jason Isaacs, Greg Germann, Frank Langella, Liam Aiken
Sinopse: O importante executivo de uma agência de publicidade Nelson passa a vida a correr - e não se consegue imeginar num outro estilo de vida. Mas a excêntrica Sara - por um lado tentadora, por outro discreta - consegue. Bem à sua maneira, ele vai ser o mais recente da lista no seu projecto de recuperação humana. Todos os meses ela partilha o coração e apartamento com um homem perturbado. Sem expectativas, sem pressão, sem compromissos, sem se apaixonarem.
este filme é qualquer coisa... *
O silêncio e todas as coisas
"Se pudesse vivia toda a minha vida ao entardecer.
O tempo breve em que o silêncio e todas as coisas me falam de Deus.
Amo o silêncio. Amo a ausência de vozes, de barulhos excessivos e do ruído de todos os dias. Amo a quietude das coisas, o som do vento, o rumor vegetal das árvores, o fim de tarde, o vagar do mar, o torpor do poente. Amo o tempo e as coisas de Deus, por serem tão simples e tão perfeitos.
Do imenso terraço onde não chegam vozes e o silêncio se entende sobre todas as coisas, vê-se o infinito. Um mundo de luz e sombras que se desvanece até ninguém poder dizer onde acaba a terra e começa o céu.
Em frente da casa há um campo de milho crescido, ainda verde, onde o vento corre manso e morno. Atrás há uma vinha alta, a perder de vista, onde a terra tem o cheiro ácido das uvas por amadurecer. Entre a vinha e os campos de terra cultivada existem caminhos de sombras com plátanos majestosos, castanheiros antigos e buganvílias cheias de flor. Às vezes ouvem-se os passos das pessoas que caminham devagar sobre as folhas caídas mas nada perturba o silêncio ou suspende a respiração da terra.
A casa é muito grande, de granito, com paredes de cal imaculada e muros sem arestas em cima, curvos e perfeitos. No centro da casa há um claustro grande, onde a pedra do chão está gasta e ressoam ainda passos antigos. Este grande claustro torna a casa mais solene e fresca mas não a faz fria. É uma casa habitada por pessoas que procuram o silêncio e a presença destas pessoas de quem não conhecemos a voz mas, apenas, os passos, o sorriso e alguns gestos, é infinitamente luminosa e inspiradora.
Às horas certas, a casa fica inundada do cheiro quente e temperado que emana da grande cozinha e é, então, que alguém escolhe a música que ouvimos durante o tempo em que ficamos sentados à volta da mesa. A música substitui o silêncio mas não apaga o mistério e muito menos perturba a paz pois o segredo do silêncio está em poder ouvir a voz interior. Em permanecer atento ao essencial. Em ter tempo para olhar e ver.
Ao entardecer chega o jardineiro e, sem fazer barulho, ajoelha na terra e debruça-se sobre as flores que plantou à volta do lago dos peixes encarnados. Trata das suas rosas com gestos sagrados, arranca as ervas que impedem as violetas de crescer e alisa as suas pétalas delicadas com a ponta dos dedos. E faz tudo com uma devoção tão funda que os seus modos apaixonados, demorados, prendem a atenção. Comove ver um homem assim ajoelhado sobre um pedaço de terra.
A noite cai, o dia declina e a luz da ponte transforma as coias, Ao longe, uma nuvem de poeira dourada levanta-se da terra e permanece suspensa, coada pela luz amarela do sol do fim da tarde. É a hora em que os mosquitos voam mais baixo, à procura da sombra e da água e formam, também eles, nuvens agitadas e sem consistência.
Tudo muda ao entardecer. A cor dos telhados, o branco da cal, o verde das folhas, o azul líquido dos dois rios que se encontram debaixo da mesma ponte, a transparência púrpura do céu, tudo muda e parece facar ardente. Se pudesse vivia toda a minha vida entardecer. O tempo breve em que o silêncio e todas as coisas me falam de Deus."
Laurinda Alves
O tempo breve em que o silêncio e todas as coisas me falam de Deus.
Amo o silêncio. Amo a ausência de vozes, de barulhos excessivos e do ruído de todos os dias. Amo a quietude das coisas, o som do vento, o rumor vegetal das árvores, o fim de tarde, o vagar do mar, o torpor do poente. Amo o tempo e as coisas de Deus, por serem tão simples e tão perfeitos.
Do imenso terraço onde não chegam vozes e o silêncio se entende sobre todas as coisas, vê-se o infinito. Um mundo de luz e sombras que se desvanece até ninguém poder dizer onde acaba a terra e começa o céu.
Em frente da casa há um campo de milho crescido, ainda verde, onde o vento corre manso e morno. Atrás há uma vinha alta, a perder de vista, onde a terra tem o cheiro ácido das uvas por amadurecer. Entre a vinha e os campos de terra cultivada existem caminhos de sombras com plátanos majestosos, castanheiros antigos e buganvílias cheias de flor. Às vezes ouvem-se os passos das pessoas que caminham devagar sobre as folhas caídas mas nada perturba o silêncio ou suspende a respiração da terra.
A casa é muito grande, de granito, com paredes de cal imaculada e muros sem arestas em cima, curvos e perfeitos. No centro da casa há um claustro grande, onde a pedra do chão está gasta e ressoam ainda passos antigos. Este grande claustro torna a casa mais solene e fresca mas não a faz fria. É uma casa habitada por pessoas que procuram o silêncio e a presença destas pessoas de quem não conhecemos a voz mas, apenas, os passos, o sorriso e alguns gestos, é infinitamente luminosa e inspiradora.
Às horas certas, a casa fica inundada do cheiro quente e temperado que emana da grande cozinha e é, então, que alguém escolhe a música que ouvimos durante o tempo em que ficamos sentados à volta da mesa. A música substitui o silêncio mas não apaga o mistério e muito menos perturba a paz pois o segredo do silêncio está em poder ouvir a voz interior. Em permanecer atento ao essencial. Em ter tempo para olhar e ver.
Ao entardecer chega o jardineiro e, sem fazer barulho, ajoelha na terra e debruça-se sobre as flores que plantou à volta do lago dos peixes encarnados. Trata das suas rosas com gestos sagrados, arranca as ervas que impedem as violetas de crescer e alisa as suas pétalas delicadas com a ponta dos dedos. E faz tudo com uma devoção tão funda que os seus modos apaixonados, demorados, prendem a atenção. Comove ver um homem assim ajoelhado sobre um pedaço de terra.
A noite cai, o dia declina e a luz da ponte transforma as coias, Ao longe, uma nuvem de poeira dourada levanta-se da terra e permanece suspensa, coada pela luz amarela do sol do fim da tarde. É a hora em que os mosquitos voam mais baixo, à procura da sombra e da água e formam, também eles, nuvens agitadas e sem consistência.
Tudo muda ao entardecer. A cor dos telhados, o branco da cal, o verde das folhas, o azul líquido dos dois rios que se encontram debaixo da mesma ponte, a transparência púrpura do céu, tudo muda e parece facar ardente. Se pudesse vivia toda a minha vida entardecer. O tempo breve em que o silêncio e todas as coisas me falam de Deus."
Laurinda Alves
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